segunda-feira, 9 de junho de 2008
segunda-feira, 21 de abril de 2008
La Solitude...
Vou por esta rua, esta cidade escura e fria
As sombras são a companhia.
O som dos passos, a música que ouço
Chove.
Uma espécie de lágrimas doces e suaves
Um choro de menino baixinho
Vou abandonado e ausente
De olhos fechados. Vou só
Sou o homem que transporta os sonhos guardados
Nos bolsos vazios
Espécie de Lisboa
A cidade.
João marinheiro 2006
terça-feira, 8 de abril de 2008
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Há amores assim...
Acredito que sim. Quero acreditar que existimos assim numa galaxia distante.
Uma eternidade a saudade...
terça-feira, 1 de abril de 2008
domingo, 3 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
domingo, 6 de janeiro de 2008
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
O mar e tu...
O mar e tu...
E eu aqui desesperando na saudade tua, do teu abraço que não chega nunca...
domingo, 16 de dezembro de 2007
terça-feira, 27 de novembro de 2007
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Todo o tempo do mundo...
Eu sei
O tempo é todo o tempo do mundo
Sem horas. Bastas tu para que o tempo avance sem nós…
Quase nunca vens já e eu não sei a história para contar
Eu sei
Já não tenho memória…
domingo, 21 de outubro de 2007
Navio de espelhos...
Fico aqui
Interminavelmente, a imaginar-te, a vinda
À tua espera, tardiamente, a ida
João 2007
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Gymnopedie nº 1
És uma espécie de brisa
Com velas dos barcos que povoam os meus sonhos
Rodopias à volta dos meus braços
Enquanto eu, só, te imagino aqui
Neste jardim de amantes de outrora
E tu
Meiga
Contas-me segredos ao ouvido
E eu
Inebriado de ti
Dedilho-te. Um som límpido cristalino
Por entre os dedos
Espécie de piano longo de cauda
Onde a chuva pousa suavemente
Em lágrimas de orvalho frio
Enquanto o dia se deita
Agora cansado
Das voltas que dás por dentro de mim…
João 2007
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Quem é você?
Perguntas-me o que escrevo?
Invenções da memória. Respondi-te, o olhar tão distante...
João 2007
domingo, 9 de setembro de 2007
Esse sabor...
Oficio de amar
Já não preciso de ti
Tenho a companhia nocturna dos animais e a peste
Tenho o grão doente das cidades erguidas no princípio doutras galáxias, e o remorso
Um dia pressenti a música estelar das pedras, abandonei-me ao silêncio
É lentíssimo este amor progredindo com o bater do coração
Não, não preciso mais de mim
Possuo a doença dos espaços incomensuráveis
E os secretos poços dos nómadas
Ascendo ao conhecimento pleno do meu deserto
Deixei de estar disponível, perdoa-me
Se cultivo regularmente a saudade de meu próprio corpo
O último coração do sonho, Al Berto
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