terça-feira, 17 de junho de 2008

Voar...



os olhos a dizerem que não o corpo a ceder


tenho medo é isso.



João marinheiro 2008

Tu non dici mai niente

segunda-feira, 9 de junho de 2008



Ainda hoje não sei escrever a poesia das palavras, mas tenho esperança...

segunda-feira, 21 de abril de 2008

La Solitude...




Vou por esta rua, esta cidade escura e fria
As sombras são a companhia.
O som dos passos, a música que ouço
Chove.
Uma espécie de lágrimas doces e suaves
Um choro de menino baixinho
Vou abandonado e ausente
De olhos fechados. Vou só
Sou o homem que transporta os sonhos guardados
Nos bolsos vazios
Espécie de Lisboa








A cidade.


João marinheiro 2006

terça-feira, 8 de abril de 2008

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Há amores assim...




Acredito que sim. Quero acreditar que existimos assim numa galaxia distante.
Uma eternidade a saudade...

terça-feira, 1 de abril de 2008

Requiem...



Porque as palavras tuas me dizem tanto sempre...

domingo, 3 de fevereiro de 2008

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Nem um dia já...



Os dias frios do outro lado da vidraça.
Espero-te ainda...

És o meu abismo...



Fecho os olhos
caio no abismo que és
O teu olhar onde repousam
as palavras...

domingo, 6 de janeiro de 2008

Danças?...



Danças?

sim disseste.

Dás-me a mão
e voamos os dois
rodopiando no sonho esta madrugada

Sabe bem...



Chegar a horas para te abraçar.
O abraço imaginado
A hora certa
Só tu não estás...

Sentir...

Sentir

o doce dos teus lábios suaves

no amargo da minha boca hoje...

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

O mar e tu...



O mar e tu...
E eu aqui desesperando na saudade tua, do teu abraço que não chega nunca...

domingo, 16 de dezembro de 2007

Estrela do mar...



Dedicado às mulheres do mar da ilha que um dia foi a minha ilha tambem

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Todo o tempo do mundo...



Eu sei
O tempo é todo o tempo do mundo
Sem horas. Bastas tu para que o tempo avance sem nós…
Quase nunca vens já e eu não sei a história para contar
Eu sei
Já não tenho memória…

domingo, 21 de outubro de 2007

Navio de espelhos...

Fico aqui
Interminavelmente, a imaginar-te, a vinda
À tua espera, tardiamente, a ida

João 2007

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Gymnopedie nº 1




És uma espécie de brisa
Com velas dos barcos que povoam os meus sonhos
Rodopias à volta dos meus braços
Enquanto eu, só, te imagino aqui
Neste jardim de amantes de outrora
E tu
Meiga
Contas-me segredos ao ouvido
E eu
Inebriado de ti
Dedilho-te. Um som límpido cristalino
Por entre os dedos
Espécie de piano longo de cauda
Onde a chuva pousa suavemente
Em lágrimas de orvalho frio
Enquanto o dia se deita
Agora cansado
Das voltas que dás por dentro de mim…


João 2007